04/03/2021 - Professora: Gilda Mendes - Disciplina: Ensino Religioso - Conteúdo: Compaixão
https://youtu.be/eqc7RpM5cxI
Daniel, pai de três filhos adolescentes, participava sempre dos jogos do colégio de seus filhos. Para a olimpíada discutia os pormenores de todas as competições. Numa quase decisão final de campeonato, presente a um jogo de basquete do colégio onde seus filhos estavam, torceu muito durante os vários jogos de decisão parcial. No último, já começou a não gostar do juiz escolhido. Criticou o tempo todo sua atuação. O time de seu filho mais velho teve uma partida tumultuada. Ele gritava da arquibancada do ginásio do colégio contra a atuação do juiz que, aliás, era seu amigo. Sua esposa saiu de perto para não passar vergonha. Ele estava fora de si. O time quase perdeu. No último momento conseguiram o ponto necessário para a vitória. À noite, o sr. Daniel recebeu um telefonema. Um dos juízes de jogo de decisão final estava mal. Decidiram escolher o sr. Daniel para juiz da partida. Na manhã seguinte, como juiz do torneio de basquete feminino do colégio, sentiu a hostilidade de pais contrários à sua escolha. Ouviu palavras agressivas que o aborreceram. Durante o jogo não conseguia acreditar na quantidade de coisas que aconteciam ao mesmo tempo. Tinha de tomar decisões rápidas e claras em meio a toda a agitação. Não fez um trabalho muito bom. Os pais por sua vez o criticaram muito. Saiu daquela quadra terrivelmente humilhado apesar de todo o esforço. Essa experiência mudou completamente sua visão acerca dos juízes esportivos. Para entendê-los teve de passar pelas pressões que eles enfrentavam. A partir daquele dia, refletiu sobre Deus e sua atuação no mundo e em nossa vida. Foi entendendo melhor a atuação de Deus em nossa vida. Várias passagens do evangelho mostram a paciência de Cristo diante dos erros das pessoas. Deus entende a todos, sabe esperar por confiar numa mudança na cabeça do ser humano.
Orientados pela maneira de ver, julgar e agir de Cristo, temos menos dificuldade para conduzir nossa mente com mais verdade e justiça diante dos fatos.
ATIVIDADES
01.Perdoar a alguém que nos tenha ofendido é difícil. Também não é fácil pedir perdão, porque temos de reconhecer, na frente de outras pessoas, que nós erramos. O que é mais difícil para você: perdoar ou pedir perdão? Por quê?
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02. Você se recorda de alguma travessura que tenha feito a um(a) companheiro(a) porque ele o havia deixado de lado, ignorado você?
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03.Você gostaria que esse gesto fosse esquecido para reatar a amizade?
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04. Como poderia reparar isso?
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05. É fácil? Explique.
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FIQUE COM DEUS E ATÉ A PRÓXIMA AULA.


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